quinta-feira, 10 de setembro de 2026

ESTOU CONVENCIDO DA EMERGÊNCIA DE SE REFORMAR AS INSTITUIÇÕES DE PODER EM NOSSO PAÍS. - Setembro/2026.



É deprimente o que estamos assistindo dentro do supremo tribunal federal-STF. Inadmissível o fato de haver o envolvimento direto de ministros do STF no escândalo financeiro do banco Master. A sociedade estarrecida e perplexa assiste um jogo sujo de bastidores que ocorre dentro do STF que tem causado um efeito direto de indignação e profundo descrédito em uma instituição jurídica que se apequenou diante de haver entre o colegiado ministros envolvidos em atos ilícitos de corrupção. O inconformismo é agravado em razão dos absurdos protagonizado por ministros que se degladiam para demonstrar quem tem mais poder.

Em virtude desse e de outros casos de corrupção que se espalham nas instituições de estado considero ser um grande erro ignorar o clamor popular. Essa indiferença tem causado um sentimento de desencanto e descrença na sociedade brasileira que cresce de forma muito intensa. Este fato tem sido responsável pelo agravamento do descrédito da nossa democracia, um perigo iminente em razão de impor riscos severos através de um esvaziamento silencioso da capacidade democrática, na corrosão gradual das instituições de estado e na abertura de espaço para o autoritarismo. 

Entendo que quando a população perde a fé de que o sistema democrático é capaz de resolver problemas estruturais, como criminalidade, saúde precária, desemprego, desigualdade social e de oportunidades, degeneração do ensino público, dentre outras questões primordiais ao desenvolvimento humano, em razão disso cria-se um terreno fértil para o surgimento de salvadores da pátria, na maioria das vezes caracterizado por um ator político com perfil falso moralista.

É perceptível o aumento do apelo popular por figuras que prometem impor a ordem através de frases de efeito ignorando o debate parlamentar, os ritos constitucionais e os direitos das minorias.

Percebo que a triste realidade da política brasileira desencadeia o sentimento de desencanto generalizado com os partidos e políticos tradicionais, que atua como combustível para que a sociedade apoie discursos focados em implodir o sistema, preferindo a radicalização à busca por consenso. O resultado se traduz numa polarização política extremista, recheada de ódio, que empobrece o nosso sistema político eleitoral.

Quando a sociedade desacredita nas instituições de estado, os próprios poderes passam a testar limites constitucionais exagerados, levando a crises institucionais profundas a exemplo dos constantes embates envolvendo o Supremo Tribunal Federal e o Congresso Nacional. 

Atravessamos momentos extremamente delicados na política brasileira, cuja os resultados são em grau de perigo imprevisíveis.

A crise que corrói a credibilidade de algumas instituições em nosso país, com destaque para a grave crise que ameaça a suprema corte federal -STF que diante da gravidade da crise instalada dentro da instituição, urge a necessidade do STF dar uma resposta a sociedade, pois a credibilidade da corte suprema está muito enfraquecida e só será restaurada com transparência nas ações e respostas através de medidas austeras.

Diante da gravidade do momento, a sociedade sinaliza no sentido de que não dá para continuar com os conflitos e choques entre os três poderes da república, claramente em desobediência ao que determina a Constituição brasileira no aspecto da harmonia e independência entre os três poderes. Para o bem do futuro da nossa democracia, estou convencido da emergência de se reformar as instituições de poder em nosso país a começar pelo STF.

Finalizo afirmando que em uma democracia sólida o direito de expressão é intocável e não admite nenhuma forma de censura!!!

Respeitem o clamor popular!!!


Amaury Cardoso @cardosoamaury

Graduação em Física, Pós Graduação em Gestão Pública, Pós Graduação em Políticas Públicas e Governo, Pós Graduação em Marketing, Comunicação, Planejamento e Estratégia em Campanhas Eleitorais, Especialização em Política e Estratégia, Especialização em Ciências Políticas.


segunda-feira, 31 de agosto de 2026

O PODER DA JURISTOCRACIA NO BRASIL PRECISA SER CONTIDO. - Artigo: Setembro/26


Os poderes da República precisam preservar junto a população a credibilidade. Lamentavelmente, o que se percebe é que as instituições em decorrência do mal exercício do poder, das ilicitudes e em certos casos dos arbítrios estão com a credibilidade profundamente abalada. 

Gostaria de destacar nesse texto reflexivo o fato da república brasileira experimentar uma reconfiguração que não se deu através de reformas constitucionais ou por plebiscito. Essa transformação silenciosa e de certa forma profunda está avançando sobre a constituição do Brasil. O responsável  por essa agressão a nossa constituição é justamente o poder judiciário -através do STF- seu guardião, que passou a ocupar o centro do poder político nacional.

Quando o centro do poder político é concentrado no poder judiciário, e aqui me refiro ao STF, essa situação é classificada como juristocracia - um sistema em que juízes, sem representação popular, de fato governam o país, substituindo o poder legislativo e limitando o poder executivo. Os excessos cometidos pelo STF evidencia este desequilíbrio e desarmonia entre os três poderes da República.

Essa reconfiguração da república extrapolam os limites estabelecidos pela Carta Constitucional de 1988. A imparcialidade técnica transformou-se em ativismo político o que é inaceitável e preocupante por afrontar o estado democrático de direito.

O princípio da separação dos poderes foi agredido pelo STF, que desrespeitou os limites de seu poder constitucional ao atropelar o legislativo, exercendo poderes do parlamento. 

O que se percebe é que a imparcialidade jurídica, dever juramentado da magistratura, está em declínio fazendo com que cresça na sociedade um elevado descrédito do STF. 

O novo regime da toga, sob o argumento de defender a democracia, legisla, adiministra, pune e censura, exercendo um papel que a constituição não o concedeu, tem adotado práticas que ferem seus próprios fundamentos: o princípio da legalidade, o contraditório, a separação dos poderes, a soberania popular.

Finalizo esse meu ponto de vista com a citação do ex-ministro do STF Ayres Brito: “ O ministro do supremo não é infalível, não é um Deus. Ele deve ter como responsabilidade maior essa distinção entre a vontade subjetiva dele e a vontade subjetiva da Constituição, sobretudo. O que interessa não é a vontade subjetiva do ministro é a vontade objetiva do texto normativo por ele interpretado e aplicado. Ele tem que se anular como pessoa tem que tirar o time de campo na sua subjetividade. A arte de entender que a subjetividade do operador jurídico não conta . O que interessa é a objetividade do querer normativo e não a objetividade do querer do juíz, do julgador.”.

Esse é o meu ponto de vista!


Amaury Cardoso @cardosoamaury

Graduação em Física, Pós Graduação em Gestão Pública, Pós Graduação em Políticas Públicas e Governo, Pós Graduação em Marketing, Comunicação, Planejamento e Estratégia em Campanhas Eleitorais, Especialização em Política e Estratégia, Especialização em Ciências Políticas.

domingo, 9 de agosto de 2026

É só para você ter uma ideia - Ep. 24 - Amaury Cardoso



Essa entrevista concedida a minha amiga Teresa Couri - professora, psicanalista, terapeuta ocupacional- foi para mim muito especial. Por nos conhecermos a muitos anos ela soube de uma forma diferenciada de outras pessoas que já tive a honra de ser convidado para um bate papo tirar muitas coisas que guardo dentro de mim. 

Ter sua atenção a esta conversa entre dois grandes amigos muito me honra. Se desejar, esteja a vontade para compartilhar!

Obrigado!

Fraternal abraço!

Amaury Cardoso 

@cardosoamaury

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Enquanto obras aguardam recursos, R$ 71,8 bilhões em contratos públicos são alvo de investigações no Rio. - Artigo: agosto/2026.


Segundo pesquisas que realizei junto a matérias jornalísticas já divulgadas, o Estado do Rio de Janeiro tem atualmente R$ 71,8 bilhões em contratos e recursos públicos sob investigação em operações policiais e auditorias realizadas entre junho de 2025 e julho de 2026. O levantamento reúne 22 investigações conduzidas por órgãos como a Polícia Federal, Ministério Público, Polícia Civil, Controladoria-Geral da União (CGU) e Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ).

O valor chama atenção pela sua dimensão. Ele supera, por exemplo, o custo estimado da Linha 3 do Metrô, que ligará Rio, Niterói e São Gonçalo, e representa mais da metade de todo o orçamento previsto pelo Estado para 2026, estimado em R$ 126,7 bilhões. Também equivale a quase quatro vezes o déficit orçamentário projetado para este ano, de R$ 18,93 bilhões.

Embora os recursos investigados não representem prejuízo comprovado — já que as apurações ainda estão em andamento —, os números revelam a dimensão das suspeitas que recaem sobre contratos públicos e despertam preocupação quanto ao uso do dinheiro destinado à população.

No campo das investigações, a maior apuração em andamento é a Operação Sem Refino, da Polícia Federal, que investiga contratos e operações financeiras estimados em cerca de R$ 50 bilhões. Entre os investigados estão o ex-governador Cláudio Castro e o empresário Ricardo Magro, proprietário da Refit. Na sequência aparece a Operação Unha e Carne – 6ª fase, que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro de aproximadamente R$ 7,6 bilhões envolvendo postos de combustíveis da Região Metropolitana.

Também estão entre os maiores casos a auditoria do TCE-RJ, que identificou indícios de irregularidades na aplicação de R$ 6,5 bilhões em recursos públicos; a Operação Compliance, que investiga cerca de R$ 3 bilhões em contratos do Rioprevidência; e a Operação Antracito, que apura contratos da Organização Social Prima Qualitá Saúde, envolvendo aproximadamente R$ 1,6 bilhão em repasses do SUS.

Além desses casos, outras investigações apuram suspeitas de irregularidades na Saúde, Previdência, Secretaria de Fazenda, Instituto Rio Metrópole e UFRJ, envolvendo centenas de milhões de reais. Entendo que esses escândalos causam fortes reflexos para a população em razão do impacto envolvendo cifras dessa magnitude, que vão muito além dos números. A população tem a consciência que os recursos públicos sob investigação de desvios de corrupção representam investimentos que deixam de fortalecer áreas essenciais como saúde, educação, mobilidade, segurança e infraestrutura.

Destaco, por concordar, a opinião da cientista política Mayra Goulart, da UFRJ, ao afirmar que o problema surge quando a estrutura do Estado deixa de atender ao interesse público e passa a servir a interesses políticos ou particulares. Concordo, também, com aopinião do antropólogo Roberto DaMatta, ao destacar que a complexidade da administração pública faz com que muitos cidadãos não consigam perceber a dimensão do prejuízo causado por desvios de recursos públicos.

As investigações seguem em andamento e caberá à Justiça decidir, ao final dos processos, sobre a responsabilidade de cada investigado. Tenho a certeza de ser a expectativa da grande maioria absoluta das pessoas de bem que estão acometidas pelo sentimento de indignação e repugnância em virtude dos inúmeros casos de corrupção que o ocorreram nas esferas do poder público em todos os níveis de poder.


Amaury Cardoso @cardosoamaury

Graduação em Física, Pós Graduação em Gestão Pública, Pós Graduação em Políticas Públicas e Governo, Pós Graduação em Marketing, Comunicação, Planejamento e Estratégia em Campanhas Eleitorais, Especialização em Política e Estratégia, Especialização em Ciências Políticas

terça-feira, 7 de julho de 2026

A TRISTE DECADÊNCIA DA CLASSE POLÍTICA! - Para reflexão!



Eu tive o privilégio de iniciar minha militância politica nos anos 70, e ter feito escola politica com lideres de grande expressão moral e ética, me refiro, em especial, a Prestes, Brizola e Prof Darcy Ribeiro.
Que lembrança bonita me traz esse vídeo que ilustra essa minha afirmação. Eu vivi esse momento, estava na favela da Maré acompanhando Brizola e Darcy Ribeiro e me emocionava com a convicção deles sobre a revolução que o ensino integral de qualidade, contido na proposta dos CIEPS, e que com certeza iria influenciar no destino das crianças que se encontravam na marginalização social.

Hoje, após passados longos anos, revendo esse vídeo, me dou conta -com raríssimas exceções- da falta de políticos verdadeiramente comprometidos com uma profunda transformação no campo do desenvolvimento humano, com história de luta pela libertação de um povo, com compromisso com a luta por justiça social e com o compromisso com o desenvolvimento brasileiro e igualdade de oportunidades, que só será alcançada quando o filho do pobre puder estudar em escolas com o mesmo nível de qualidade das escolas frequentadas pelos filhos dos ricos.
Me dou conta, com tristeza, da vergonha do nível decadente da política de hoje, onde a maioria das pessoas que buscam atuar na política, o fazem com o objetivo mesquinho de enriquecer, refletindo a total falta de compromisso com a busca de solução dos graves e crescentes problemas sociais que assolam a grande maioria do povo brasileiro.

A forma como a atual classe política trata a educação em nosso país, com raras exceções, é um inaceitável descaso, um crime planejado com o objetivo de manter a grande maioria da população submissa e dominada em razão de sua ignorância. 

Só mudamos o atual quadro político através do voto qualificado, de preferência renovando grande parcela da atual safra de políticos, onde, infelizmente, um número pequeno está comprometido com a política voltada para o bem social. 
Só através do  conhecimento e da educação de qualidade para todos é que será possível alcançar libertação da submissão social, e permitir a obtenção do pensamento crítico, condição imprescindível para a efetiva construção da cidadania, pois a educação de qualidade liberta!!!
Esse é o meu ponto de vista!

Amaury Cardoso
@cardosoamaury 
www.amaurycardoso.blogspot.com

sábado, 20 de junho de 2026

O CÂNCER DA CLEPTOCRACIA NO BRASIL É GIGANTESCO! - Artigo: Junho/2026



É fato que o avanço da corrupção volta a crescer e se instalar no sentimento da sociedade brasileira. O câncer da cleptocracia tem feito um grande mal ao nosso país.

Há que se romper com esse sistema pela raiz!!!

Somente com uma faxina geral, em todos os poderes e instituições a níveis federais, estaduais e municipais, é que podemos mudar essa corrupção já institucionalizada no Brasil.

Diante de inúmeros escândalos que ocorreram e continuam a ocorrer, investigações envolvendo o escândalo financeiro do banco Master, face a um cenário em que múltiplos atores políticos — de diferentes partidos — aparecem como alvos ou como potenciais obstáculos ao avanço das apurações, a sociedade brasileira, estarrecida, se vê diante de um dilema: Como acreditar na classe política diante dos sucessivos casos de desvio de conduta e envolvimentos em casos ilícitos?

Esse grande escândalo financeiro ganhou uma proporção imensa e ameaça abalar os principais pilares da república em virtude de envolver diversos e poderosos atores do sistema de poder vigente que orbitam nas  três esferas de poder: Executivo, Legislativo e Judiciário. 

A preocupação e temor é tão grande que já surge a possibilidade de um grande “acordo politico” com a intenção de sufocar as investigações seguindo o modelo utilizado para sufocar e impedir o avanço da operação contra o esquema de corrupção da “Lava Jato”, hoje totalmente desmantelada.

Contudo, me parece que essa tentativa de construção em andamento não irá, pelo menos a curto e médio prazo, acontecer, fazendo com que o escândalo do Master já venha a influenciar o processo eleitoral desse ano, um vez que crises de corrupção historicamente impulsionam a sociedade a promover mudanças, e , em consequência, a criação de novas legislações e ferramentas de combate à corrupção. Vamos aguardar os próximos desdobramentos.

Esse é o meu ponto de vista!


Amaury Cardoso 

@cardosoamaury

quarta-feira, 15 de abril de 2026

É PREOCUPANTE PARA A REPÚBLICA O FATO DA POPULAÇÃO BRASILEIRA NÃO ACREDITAR NA SUPREMA CORTE. - Artigo: Abril/2026.


Entendo que a impunidade tem que ser extirpada em nosso país, dominado pela aristocracia e pelos que ascendem ao poder e fingem combatê-la, mas na verdade se encantam com o mecanismo corrupto e se dobram a ele. 

A sociedade, representada na sua maioria por pessoas de bem, não consegue mais conviver com a impunidade, privilégios de castas que se consideram acima da lei e intocável pela justiça. 

É inaceitável a continuidade do foro privilegiado que é utilizado como escudo e garantia da impunidade. É inaceitável a tentativa de acabar com a prisão após a condenação em segunda instância, cuja a clara intenção é a de possibilitar  prescrição dos crimes de uma pequena elite. 

É preocupante o fato de, com base em pesquisas divulgadas em abril de 2026, a visão da sociedade brasileira sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) é marcada por um paradoxo: ao mesmo tempo em que a maioria reconhece a instituição como fundamental, há um alto grau de desconfiança e percepção de excesso de poder por parte dos ministros. 

A Pesquisa Datafolha de abril de 2026 aponta que 71% dos brasileiros consideram o STF essencial para proteger a democracia. No entanto, 75% dos entrevistados acreditam que os ministros do STF têm "poder demais". 

A Crise de Confiança no STF é evidenciada. A percepção de desconfiança atingiu níveis altos. 75% dos brasileiros afirmam acreditar menos no STF hoje do que no passado. Levantamentos anteriores, como o Genial/Quaest de março de 2026, indicavam que 49% dos entrevistados não confiam na corte.

A imagem da corte sofreu desgaste, especialmente após casos envolvendo políticos e a própria atuação dos magistrados em 2026, com a avaliação negativa atingindo níveis recordes. Cabe ressaltar que o desgaste não se restringe à população geral; análises da OAB-SP indicaram, no início de abril de 2026, um desgaste inédito entre advogados, com quase metade avaliando a atuação do STF como negativa. 

O que se constata é o fato da sociedade brasileira enxergar o STF como um poder necessário para a estabilidade democrática, mas altamente crítica em relação à atuação arbitrária, a falta de transparência e ao volume de poder concentrado nos ministros no atual cenário político.

Esse é o meu ponto de vista em virtude da leitura que tenho da sinalização das últimas pesquisas realizadas em abril/2026. A sinalização é preocupante, pois quando se perde a confiança no poder judiciário, suprema corte em especial, a república se mostra enfraquecida.


Amaury Cardoso @cardosoamaury

Graduação em Física, Pós Graduação em Gestão Pública, Pós Graduação em Políticas Públicas e Governo, Pós Graduação em Marketing, Comunicação, Planejamento e Estratégia em Campanhas Eleitorais, Especialização em Política e Estratégia, Especialização em Ciências Políticas.

sábado, 28 de março de 2026

É EMERGENCIAL CONTER A RETOMADA E AVANÇO DA CORRUPÇÃO!



Percebo que há uma percepção da grande maioria da população brasileira de que o combate aos grandes escândalos de corrupção não interessa a uma seleta classe de poderosos escolhidos pelo sistema de poder vigente.

O desmantelamento da implantação do sistema anti corrupção que levou membros do poder político e econômico em nosso país a prisão, foi a sinalização para o retorno da corrupção sistêmica e sua institucionalização, a exemplo dos repugnantes esquema de corrupção no INSS e no banco Master, cuja as investigações revelaram a  ramificação de uma cadeia de corrupção que envolve as três esferas de poder da república: Executivo, Legislativo e judiciário. 

É deplorável o que assistimos! 

A sociedade está enojada em virtude das decisões imorais, na maioria das vezes por conveniência de quem as toma, que visam impedir investigações de escândalos de corrupção, blindando “parceiros e aliados”. 

Até quando iremos assistir blindagem de atos de práticas ilícitas!!! Uma vergonha!!! É inadmissível seguirmos os nossos dias assistindo a falta de princípios morais e éticos daqueles que, por obrigação, deveriam ser exemplos de virtude e integridade para a sociedade!!!


Amaury Cardoso 

@cardosoamaury

ESTOU CONVENCIDO DA EMERGÊNCIA DE SE REFORMAR AS INSTITUIÇÕES DE PODER EM NOSSO PAÍS. - Setembro/2026.

É deprimente o que estamos assistindo dentro do supremo tribunal federal-STF. Inadmissível o fato de haver o envolvimento direto de ministro...