domingo, 9 de agosto de 2026

É só para você ter uma ideia - Ep. 24 - Amaury Cardoso



Essa entrevista concedida a minha amiga Teresa Couri - professora, psicanalista, terapeuta ocupacional- foi para mim muito especial. Por nos conhecermos a muitos anos ela soube de uma forma diferenciada de outras pessoas que já tive a honra de ser convidado para um bate papo tirar muitas coisas que guardo dentro de mim. 

Ter sua atenção a esta conversa entre dois grandes amigos muito me honra. Se desejar, esteja a vontade para compartilhar!

Obrigado!

Fraternal abraço!

Amaury Cardoso 

@cardosoamaury

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Enquanto obras aguardam recursos, R$ 71,8 bilhões em contratos públicos são alvo de investigações no Rio. - Artigo: agosto/2026.


Segundo pesquisas que realizei junto a matérias jornalísticas já divulgadas, o Estado do Rio de Janeiro tem atualmente R$ 71,8 bilhões em contratos e recursos públicos sob investigação em operações policiais e auditorias realizadas entre junho de 2025 e julho de 2026. O levantamento reúne 22 investigações conduzidas por órgãos como a Polícia Federal, Ministério Público, Polícia Civil, Controladoria-Geral da União (CGU) e Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ).

O valor chama atenção pela sua dimensão. Ele supera, por exemplo, o custo estimado da Linha 3 do Metrô, que ligará Rio, Niterói e São Gonçalo, e representa mais da metade de todo o orçamento previsto pelo Estado para 2026, estimado em R$ 126,7 bilhões. Também equivale a quase quatro vezes o déficit orçamentário projetado para este ano, de R$ 18,93 bilhões.

Embora os recursos investigados não representem prejuízo comprovado — já que as apurações ainda estão em andamento —, os números revelam a dimensão das suspeitas que recaem sobre contratos públicos e despertam preocupação quanto ao uso do dinheiro destinado à população.

No campo das investigações, a maior apuração em andamento é a Operação Sem Refino, da Polícia Federal, que investiga contratos e operações financeiras estimados em cerca de R$ 50 bilhões. Entre os investigados estão o ex-governador Cláudio Castro e o empresário Ricardo Magro, proprietário da Refit. Na sequência aparece a Operação Unha e Carne – 6ª fase, que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro de aproximadamente R$ 7,6 bilhões envolvendo postos de combustíveis da Região Metropolitana.

Também estão entre os maiores casos a auditoria do TCE-RJ, que identificou indícios de irregularidades na aplicação de R$ 6,5 bilhões em recursos públicos; a Operação Compliance, que investiga cerca de R$ 3 bilhões em contratos do Rioprevidência; e a Operação Antracito, que apura contratos da Organização Social Prima Qualitá Saúde, envolvendo aproximadamente R$ 1,6 bilhão em repasses do SUS.

Além desses casos, outras investigações apuram suspeitas de irregularidades na Saúde, Previdência, Secretaria de Fazenda, Instituto Rio Metrópole e UFRJ, envolvendo centenas de milhões de reais. Entendo que esses escândalos causam fortes reflexos para a população em razão do impacto envolvendo cifras dessa magnitude, que vão muito além dos números. A população tem a consciência que os recursos públicos sob investigação de desvios de corrupção representam investimentos que deixam de fortalecer áreas essenciais como saúde, educação, mobilidade, segurança e infraestrutura.

Destaco, por concordar, a opinião da cientista política Mayra Goulart, da UFRJ, ao afirmar que o problema surge quando a estrutura do Estado deixa de atender ao interesse público e passa a servir a interesses políticos ou particulares. Concordo, também, com aopinião do antropólogo Roberto DaMatta, ao destacar que a complexidade da administração pública faz com que muitos cidadãos não consigam perceber a dimensão do prejuízo causado por desvios de recursos públicos.

As investigações seguem em andamento e caberá à Justiça decidir, ao final dos processos, sobre a responsabilidade de cada investigado. Tenho a certeza de ser a expectativa da grande maioria absoluta das pessoas de bem que estão acometidas pelo sentimento de indignação e repugnância em virtude dos inúmeros casos de corrupção que o ocorreram nas esferas do poder público em todos os níveis de poder.


Amaury Cardoso @cardosoamaury

Graduação em Física, Pós Graduação em Gestão Pública, Pós Graduação em Políticas Públicas e Governo, Pós Graduação em Marketing, Comunicação, Planejamento e Estratégia em Campanhas Eleitorais, Especialização em Política e Estratégia, Especialização em Ciências Políticas

terça-feira, 7 de julho de 2026

A TRISTE DECADÊNCIA DA CLASSE POLÍTICA! - Para reflexão!



Eu tive o privilégio de iniciar minha militância politica nos anos 70, e ter feito escola politica com lideres de grande expressão moral e ética, me refiro, em especial, a Prestes, Brizola e Prof Darcy Ribeiro.
Que lembrança bonita me traz esse vídeo que ilustra essa minha afirmação. Eu vivi esse momento, estava na favela da Maré acompanhando Brizola e Darcy Ribeiro e me emocionava com a convicção deles sobre a revolução que o ensino integral de qualidade, contido na proposta dos CIEPS, e que com certeza iria influenciar no destino das crianças que se encontravam na marginalização social.

Hoje, após passados longos anos, revendo esse vídeo, me dou conta -com raríssimas exceções- da falta de políticos verdadeiramente comprometidos com uma profunda transformação no campo do desenvolvimento humano, com história de luta pela libertação de um povo, com compromisso com a luta por justiça social e com o compromisso com o desenvolvimento brasileiro e igualdade de oportunidades, que só será alcançada quando o filho do pobre puder estudar em escolas com o mesmo nível de qualidade das escolas frequentadas pelos filhos dos ricos.
Me dou conta, com tristeza, da vergonha do nível decadente da política de hoje, onde a maioria das pessoas que buscam atuar na política, o fazem com o objetivo mesquinho de enriquecer, refletindo a total falta de compromisso com a busca de solução dos graves e crescentes problemas sociais que assolam a grande maioria do povo brasileiro.

A forma como a atual classe política trata a educação em nosso país, com raras exceções, é um inaceitável descaso, um crime planejado com o objetivo de manter a grande maioria da população submissa e dominada em razão de sua ignorância. 

Só mudamos o atual quadro político através do voto qualificado, de preferência renovando grande parcela da atual safra de políticos, onde, infelizmente, um número pequeno está comprometido com a política voltada para o bem social. 
Só através do  conhecimento e da educação de qualidade para todos é que será possível alcançar libertação da submissão social, e permitir a obtenção do pensamento crítico, condição imprescindível para a efetiva construção da cidadania, pois a educação de qualidade liberta!!!
Esse é o meu ponto de vista!

Amaury Cardoso
@cardosoamaury 
www.amaurycardoso.blogspot.com

sábado, 20 de junho de 2026

O CÂNCER DA CLEPTOCRACIA NO BRASIL É GIGANTESCO! - Artigo: Junho/2026



É fato que o avanço da corrupção volta a crescer e se instalar no sentimento da sociedade brasileira. O câncer da cleptocracia tem feito um grande mal ao nosso país.

Há que se romper com esse sistema pela raiz!!!

Somente com uma faxina geral, em todos os poderes e instituições a níveis federais, estaduais e municipais, é que podemos mudar essa corrupção já institucionalizada no Brasil.

Diante de inúmeros escândalos que ocorreram e continuam a ocorrer, investigações envolvendo o escândalo financeiro do banco Master, face a um cenário em que múltiplos atores políticos — de diferentes partidos — aparecem como alvos ou como potenciais obstáculos ao avanço das apurações, a sociedade brasileira, estarrecida, se vê diante de um dilema: Como acreditar na classe política diante dos sucessivos casos de desvio de conduta e envolvimentos em casos ilícitos?

Esse grande escândalo financeiro ganhou uma proporção imensa e ameaça abalar os principais pilares da república em virtude de envolver diversos e poderosos atores do sistema de poder vigente que orbitam nas  três esferas de poder: Executivo, Legislativo e Judiciário. 

A preocupação e temor é tão grande que já surge a possibilidade de um grande “acordo politico” com a intenção de sufocar as investigações seguindo o modelo utilizado para sufocar e impedir o avanço da operação contra o esquema de corrupção da “Lava Jato”, hoje totalmente desmantelada.

Contudo, me parece que essa tentativa de construção em andamento não irá, pelo menos a curto e médio prazo, acontecer, fazendo com que o escândalo do Master já venha a influenciar o processo eleitoral desse ano, um vez que crises de corrupção historicamente impulsionam a sociedade a promover mudanças, e , em consequência, a criação de novas legislações e ferramentas de combate à corrupção. Vamos aguardar os próximos desdobramentos.

Esse é o meu ponto de vista!


Amaury Cardoso 

@cardosoamaury

quarta-feira, 15 de abril de 2026

É PREOCUPANTE PARA A REPÚBLICA O FATO DA POPULAÇÃO BRASILEIRA NÃO ACREDITAR NA SUPREMA CORTE. - Artigo: Abril/2026.


Entendo que a impunidade tem que ser extirpada em nosso país, dominado pela aristocracia e pelos que ascendem ao poder e fingem combatê-la, mas na verdade se encantam com o mecanismo corrupto e se dobram a ele. 

A sociedade, representada na sua maioria por pessoas de bem, não consegue mais conviver com a impunidade, privilégios de castas que se consideram acima da lei e intocável pela justiça. 

É inaceitável a continuidade do foro privilegiado que é utilizado como escudo e garantia da impunidade. É inaceitável a tentativa de acabar com a prisão após a condenação em segunda instância, cuja a clara intenção é a de possibilitar  prescrição dos crimes de uma pequena elite. 

É preocupante o fato de, com base em pesquisas divulgadas em abril de 2026, a visão da sociedade brasileira sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) é marcada por um paradoxo: ao mesmo tempo em que a maioria reconhece a instituição como fundamental, há um alto grau de desconfiança e percepção de excesso de poder por parte dos ministros. 

A Pesquisa Datafolha de abril de 2026 aponta que 71% dos brasileiros consideram o STF essencial para proteger a democracia. No entanto, 75% dos entrevistados acreditam que os ministros do STF têm "poder demais". 

A Crise de Confiança no STF é evidenciada. A percepção de desconfiança atingiu níveis altos. 75% dos brasileiros afirmam acreditar menos no STF hoje do que no passado. Levantamentos anteriores, como o Genial/Quaest de março de 2026, indicavam que 49% dos entrevistados não confiam na corte.

A imagem da corte sofreu desgaste, especialmente após casos envolvendo políticos e a própria atuação dos magistrados em 2026, com a avaliação negativa atingindo níveis recordes. Cabe ressaltar que o desgaste não se restringe à população geral; análises da OAB-SP indicaram, no início de abril de 2026, um desgaste inédito entre advogados, com quase metade avaliando a atuação do STF como negativa. 

O que se constata é o fato da sociedade brasileira enxergar o STF como um poder necessário para a estabilidade democrática, mas altamente crítica em relação à atuação arbitrária, a falta de transparência e ao volume de poder concentrado nos ministros no atual cenário político.

Esse é o meu ponto de vista em virtude da leitura que tenho da sinalização das últimas pesquisas realizadas em abril/2026. A sinalização é preocupante, pois quando se perde a confiança no poder judiciário, suprema corte em especial, a república se mostra enfraquecida.


Amaury Cardoso @cardosoamaury

Graduação em Física, Pós Graduação em Gestão Pública, Pós Graduação em Políticas Públicas e Governo, Pós Graduação em Marketing, Comunicação, Planejamento e Estratégia em Campanhas Eleitorais, Especialização em Política e Estratégia, Especialização em Ciências Políticas.

sábado, 28 de março de 2026

É EMERGENCIAL CONTER A RETOMADA E AVANÇO DA CORRUPÇÃO!



Percebo que há uma percepção da grande maioria da população brasileira de que o combate aos grandes escândalos de corrupção não interessa a uma seleta classe de poderosos escolhidos pelo sistema de poder vigente.

O desmantelamento da implantação do sistema anti corrupção que levou membros do poder político e econômico em nosso país a prisão, foi a sinalização para o retorno da corrupção sistêmica e sua institucionalização, a exemplo dos repugnantes esquema de corrupção no INSS e no banco Master, cuja as investigações revelaram a  ramificação de uma cadeia de corrupção que envolve as três esferas de poder da república: Executivo, Legislativo e judiciário. 

É deplorável o que assistimos! 

A sociedade está enojada em virtude das decisões imorais, na maioria das vezes por conveniência de quem as toma, que visam impedir investigações de escândalos de corrupção, blindando “parceiros e aliados”. 

Até quando iremos assistir blindagem de atos de práticas ilícitas!!! Uma vergonha!!! É inadmissível seguirmos os nossos dias assistindo a falta de princípios morais e éticos daqueles que, por obrigação, deveriam ser exemplos de virtude e integridade para a sociedade!!!


Amaury Cardoso 

@cardosoamaury

domingo, 8 de março de 2026

OS CONSTANTES CASOS DE CORRUPÇÃO PROVOCAM DESENCANTO RADICAL E INDIFERENÇA CÍVICA E POLÍTICA - Por: Amaury Cardoso


O caso master a cada revelação trazida pelas investigações da Polícia Federal deixa claro que o grande escândalo financeiro atinge a República como um todo e escancara a percepção popular de que a corrupção se alastra nos três poderes da República: Executivo, Legislativo e Judiciário.

Percebo que a sociedade tem um entendimento de que a corrupção prospera e supera os escândalos anteriores. Há um sentimento de que o custo do crime é menor que o benefício imediato. Enquanto não houver punição efetiva, educação cidadã e fortalecimento institucional, a corrupção continuará sendo um “negócio lucrativo” para alguns, porém devastador para todos. 

O STF foi atingido em cheio pelas investigações do escândalo de corrupção liderado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, e se fecha na tentativa de impor uma cortina de fumaça para evitar investigações e punições entre seus membros, bem como entre seus aliados, que estão protegidos sobre o manto da indulgência e do deboche de uma impunidade. 

Em uma democracia forte ninguém está acima da lei, ninguém pode agir em desrespeito à Constituição. Nos últimos anos a justiça brasileira vem sofrendo forte desgaste de confiança agravadas por uma sucessão de episódios e pela tomada de decisões de frágil segurança jurídica, muitas vezes monocráticas, revelando comportamentos inadequados e conflito de interesses que tem revelado indignação e perplexidade social. 

Temos assistido atos de repúdio da sociedade e de instituições, exemplo da OAB Nacional e do núcleo jurídico da Universidade de São Paulo - USP, onde esta afirma: “ O STF sofre uma erosão de credibilidade. Quando a população passa a acreditar que nem mesmo uma justiça é capaz de agir com imparcialidade esvaece a esperança de solução dentro da ordem democrática. 

Nesse vazio prosperam desencanto radical, a indiferença cívica, à disposição para aceitar ou mesmo promover saídas autoritárias. A cúpula do poder Judiciário brasileiro tem a missão constitucional de representar o mais elevado padrão de ética, integridade e compromisso com os valores democráticos. No entanto, tem demonstrado práticas que levantam suspeitas e geram desconfiança comprometendo sua imagem… a degradação da credibilidade do sistema judicial tem causas e efeitos sistêmicos, que derivam não só de decisões controversas, mas da ausência de padrões claros de conduta e comportamento incompatíveis com princípios republicanos.” 

Esse é o meu ponto de vista!


Amaury Cardoso @cardosoamaury

Graduação em Física, Pós Graduação em Gestão Pública, Pós Graduação em Políticas Públicas e Governo, Pós Graduação em Marketing, Comunicação, Planejamento e Estratégia em Campanhas Eleitorais, Especialização em Política e Estratégia, Especialização em Ciências Políticas.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

HÁ UM DESCRÉDITO DA P0PULAÇÃO POR DIAS MELHORES. - Artigo: Março/2026.


Se há uma afirmação que posso fazer com total segurança é de que há um preocupante descrédito da população por dias melhores. O Brasil atravessa uma grave crise de desconfiança nas instituições, marcada pela descrença no sistema político, no Judiciário e no Legislativo, alimentada por corrupção, impunidade, privilégios e desigualdade. Pesquisas indicam que a população percebe o sistema político como falido ou um "esquema de elite", gerando um sentimento de indignação e desejo de mudanças radicais. 


A crescente insatisfação popular com o rumo que tomou a política não é recente e vem ganhando uma proporção que ameaça o processo democrático brasileiro, em especial a democracia representativa. Os principais fatores estão na corrupção, que é frequentemente citada como o problema mais grave do país, gerando sensação de impunidade e lentidão na justiça. A grave crise no sistema político que tem levado a percepção e até em certo grau a certeza de que os poderes operam para interesses próprios, em detrimento do público o que tem gerado frustração crônica, especialmente em relação ao Legislativo. A desconfiança no Judiciário em especial o STF, devido a decisões vistas como contraditórias, arbitrárias e parciais, a exemplo da anulação dos julgamentos de combate à corrupção, visto pela grande maioria como um grave retrocesso que abriu caminho para a corrupção sistêmica que voltou a ocorrer com mais constância. A permanência da desigualdade e a insatisfatória qualidade de vida causadas pelo desemprego, subemprego informal e a inflação que corrói o poder de compra e a baixa qualidade de vida, em comparação com outros países, impulsionam a desesperança. E por fim, a erosão democrática que tem causado a falta de confiança pública em virtude de um processo constante de promessas não cumpridas, gerando uma sensação de instabilidade institucional permanente.


Mesmo entendendo os fortes motivos que tem levado a grande maioria da população a nutrir um sentimento de desencanto com a política, tenho defendido a posição de que não devemos desconsiderar o que ocorre em nosso país. Aceitar e aprender com o errado passando a encarar como algo normal, como se fosse natural a corrupção, a venda de sentenças, os privilégios absurdos, o assistencialismo eleitoral, as ameaças, as inversões de valores, estamos contribuindo para a extinção dos valores morais e éticos, consequentemente a degradação da sociedade. 


A sociedade está adoecendo e caminha para o desalento diante de tudo que assiste estarrecida. A cura desse mal só virá quando deixarmos de aceitar tudo passivamente. A mudança sempre esteve e estará na participação política consciente de todos. Pode para alguns parecer uma utopia, mas estou convencido do contrário. Pode levar tempo, mas essa consciência do dever de cada um com a mudança do atual status quo surgirá. O que precisa estar claro é que não devemos continuar achando que nada irá mudar. Não podemos abandonar a política por sentirmos repulsa do que ela se transformou. Ao contrário, a única forma de mudarmos esse sistema político elitista e perverso é participando cada vez mais do processo político, não só com nosso voto consciente e qualificado, mas, principalmente, nos preparando para promovermos a mudança, pois sem a efetiva participação no sentido de melhorar as nossas escolhas política eleitoral a mudança não acontecerá. 


O caminho da mudança, da transformação, está nas mãos de todos nós, de cada cidadão e cidadã buscando adquirir maior poder de pensamento crítico e com isso ampliando o seu poder de análise sobre as causas e consequências sobre as questões que nos afetam não se esquivando de suas responsabilidades. Esse é o meu ponto de vista!


Amaury Cardoso 

Graduação em Física, Pós Graduação em Gestão Pública, Pós Graduação em Políticas Públicas e Governo, Pós Graduação em Marketing, Comunicação, Planejamento e Estratégia em Campanhas Eleitorais, Especialização em Política e Estratégia, Especialização em Ciências Políticas. 
(blog de artigos: www.amaurycardoso.blogspot.com.br)

É só para você ter uma ideia - Ep. 24 - Amaury Cardoso

Essa entrevista concedida a minha amiga Teresa Couri - professora, psicanalista, terapeuta ocupacional- foi para mim muito especial. Por nos...